Lucas Mineiro explica lesão que o tirou do UFC 170 e não descarta volta aos penas

Publicado em 26/02/2014
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No último fim de semana, Lucas Mineiro faria mais uma apresentação no UFC, na edição 170, em Las Vegas, estreando em eventos fora do Brasil. No entanto, seu sonho teve que ser adiado por conta de uma lesão no dedo do pé esquerdo, que o impediu de enfrentar Aljamain Sterling no card preliminar, em duelo válido no peso-galo (até 61kg). O holandês acabou vencendo Cody Gibson na decisão unânime dos juízes.
O brasileiro, que soma duas vitórias consecutivas no Ultimate, ambas no Brasil, já havia alterado seu camp, por conta da lesão de seu antigo oponente, o americano Bryan Caraway. Enquanto fazia sparring com os companheiros da Chute Boxe Diego Lima, sofreu a lesão.
"Com a mudança do adversário, a gente estava fazendo um treino mais forte na reta final da preparação. Na hora que dei um chute frontal, senti uma dor no dedo, mas achei que não era nada. Depois parei o treino porque não estava conseguindo pisar no chão. Fui ao médico, fiz raio-x e viram que meu dedo rachou ao meio. O médico achou que era necessário ficar um mês parado para não piorar a lesão e não fazer cirurgia", revela.

Mudança de peso entra em pauta
Apesar de ter feito duas boas apresentações no peso-galo, Lucas Mineiro não descarta subir de divisão, para os penas (até 66kg), numa movimento que levaria seu parceiro de treinos Felipe Sertanejo para a sua categoria. O corte de peso tem sido muito duro.
"Tenho 12 lutas no Brasil, tanto de 70kg, como de 66kg. Bater 61kg foi duro, difícil, mas fiz tudo certinho e consegui me sair bem. Mas estou pensando em subir para os penas para não me desgastar muito e não me prejudicar. Vou ver com meus treinadores, empresários e médicos se isso é o melhor a se fazer, porque quero estar saudável para lutar bem", explica.
Com sua recuperação a todo o vapor, o brasileiro já tem uma meta pela frente. No dia 31 de maio, no Brasil, ainda sem cidade definida, acontece a final da terceira temporada do reality show The Ultimate Fighter Brasil, com a luta entre os treinadores Wanderlei Silva e Chael Sonnen como duelo principal da noite.
"Queria estrear fora do país, fazer meu nome lá, mas o prazer de lutar no Brasil, com minha torcida não tem preço. Ainda mais num card com o Wanderlei, um cara que marcou uma geração de fãs, e eu sou um deles. Sou um funcionário do UFC e luto em qualquer lugar, mas seria legal se tivesse essa oportunidade", torce.

Há 30 anos no mercado, a Integralmédica é líder nacional do segmento de suplementos nutricionais e patrocina o UFC e o reality show The Ultimate Fighter Brasil desde 2011. A empresa expõe sua marca em todas as edições do evento no Brasil e, além de Lucas Mineiro, conta com um time de lutadores composto por Wanderlei Silva, Ronaldo Jacaré, Charles do Bronx e Felipe Sertanejo.

Fonte: Garra Comunicação / Foto: Marcos Santos

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