Trocação 34 - Mundial de Kickboxing

Publicado em 15/11/2013
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A primeira edição do torneio mundial da Associação Mundial das Organizações de Kickboxing (WAKO) realizada no Brasil entre os dias 28 de setembro e 5 de outubro foi um verdadeiro espetáculo em cima do ringue: 430 atletas de 47 países e um resultado bastante expressivo do Brasil.
A competição teve duas brasileiras disputando medalhas de ouro, o que aponta que o forte crescimento do número de mulheres nas artes marciais no país também pode ser conferido no Kickboxing. A primeira a entrar no ringue, Bárbara Nepomuceno se saiu bem e venceu a croata Ana Bajic por decisão, com muita técnica e encaixando boas sequências no R1, a brasileira trabalhou muito bem o boxe e os chutes altos dominando a luta desde o início.
"Esse campeonato foi de um nível altíssimo, com atletas duríssimas. Encarei lutadoras de escolas fortíssimas, como a Croácia e a Rússia (na semifinal ela bateu Anna Gladkikh por decisão unânime). Mas, graças a Deus, superamos o desgaste da última semana de treinamentos e terminamos conquistando esse título inédito para o Brasil", conclui a capixaba, agora campeã do mundo.
Já a outra brasileira, Ivana da Conceição, não conseguiu segurar o ímpeto da russa Oxana Shchetinna e ficou com a prata. Oxana abriu 3 x 0 nos dois primeiros assaltos e apenas se manteve distante na última parte do combate para garantir a vitória por decisão.
Felipe Micheletti (Low Kicks +91Kg), Alex Pereira (K1 +91Kg) e Ivani Ferreira (Low Kicks +56Kg), foram derrotados nas finais, mas comemoraram muito o vice-campeonato no Mundial. Outra prata foi conquistada na sexta-feira, ainda no Guarujá, por Juliana Aguiar. Os atletas Tadeu San Martino, Daniel Mattos, Felipe Gheno, Thiara Borghardt, Maicon Oliveira, Edson Ribeiro e Manuela Martini também marcaram presença no pódio e ficaram com o bronze.
Segundo Paulo Zorello, presidente da Confederação Brasileira de Kickboxing, “essa foi a melhor participação brasileira em uma edição do Mundial WAKO de Kickboxing. Nunca tivemos tantos atletas disputando as finais. Isso é resultado de um trabalho intenso e demonstra uma notável evolução do esporte nacional”, afirma.
“A repercussão do evento foi positiva. Trabalhamos intensamente para que a organização do Mundial fosse a melhor possível e, quem sabe, futuramente, realizaremos outra edição do evento no Brasil”, avalia o presidente da CBKB.

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